Ana Cristina Pimenta

Cheguei ao Processo por meio da dor. Cansada de tanto sofrer, desejava mudar, começar uma nova vida, me libertar. Mergulhei fundo na experiência, guiada pelo amor comovente de Joana e Fausto, e percebi que, aos poucos, poderia voltar a me abrir para os outros, para o mundo. Mais importante: percebi que era uma pessoa que merecia ser feliz, amada, antes de tudo por mim mesma. Durante o Processo, conheci pessoas maravilhosas, seres humanos amorosos, que também me ajudaram em tantas descobertas. Foi uma vivência riquíssima, cujos ensinamentos vou guardar para sempre, e aplicar na evolução da minha consciência.”
Ana Cristina Pimenta 38 anos jornalista Brasília-DF

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